top of page

Alexandre Velho assume a presidência do Irga e gera forte reação positiva no setor orizícola

  • Foto do escritor: IGOR VIEIRA
    IGOR VIEIRA
  • 23 de jan.
  • 3 min de leitura


Na tarde de sexta-feira, 23 de janeiro, foi oficialmente divulgada a nomeação de Alexandre Azevedo Velho como novo presidente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga).


A confirmação encerra dias de especulação nos bastidores do setor e marca o início de uma gestão que já nasce com ampla aceitação entre produtores, dirigentes de entidades e lideranças da cadeia orizícola gaúcha.


A articulação para a definição do novo presidente iniciou após ao pedido de exoneração de Eduardo Bonotto, que deixou o cargo após um período considerado de avanços institucionais e técnicos à frente da autarquia.



Reação imediata servidores e clima de entusiasmo no campo

Desde que o nome de Alexandre Velho passou a circular como o novo presidente do Irga, a repercussão entre produtores foi unanimemente positiva. A confirmação oficial apenas consolidou um sentimento que já vinha se espalhando por grupos de WhatsApp em diferentes regiões produtoras do estado.


O clima observado é de animação e confiança. Comentários como “grande presidente” e avaliações classificando a escolha como “nota 10” se repetem entre arrozeiros e dirigentes de associações.


Para muitos, trata-se de uma escolha que devolve previsibilidade, equilíbrio e foco técnico à condução do Instituto.



Para a Diretora Técnica do IRGA, Flávia Tomita, a boa receptividade tem explicação direta na trajetória do novo presidente. “O pessoal já conhece bem o Alexandre por conta da proximidade do Irga com a Federarroz. A princípio, a receptividade foi muito boa pela familiaridade dele com o setor arrozeiro”, avaliou.




Um perfil técnico, equilibrado e amplamente respeitado

Aos 57 anos, Alexandre Azevedo Velho é reconhecido como um profundo conhecedor da cadeia orizícola gaúcha. Com passagem de cerca de dez anos como conselheiro do Irga, ele domina a rotina interna da autarquia, suas demandas, limitações e, principalmente, seu papel estratégico para o setor produtivo.


Entre produtores de arroz e presidentes de associações de arrozeiros, Alexandre é visto como um dirigente acessível, de diálogo permanente e decisões sensatas. Seu perfil é marcado pela valorização de dados, análises técnicas e planejamento, sempre distante de disputas ideológicas ou polarizações políticas.


Essa postura técnica, comedida e avessa a radicalismos foi determinante para que ele conquistasse respeito e admiração dentro do setor, sendo uma figura bem aceita tanto no campo quanto nas entidades representativas.


Bastidores da escolha e outras possibilidades avaliadas


Nos bastidores da decisão e nos corredores do IRGA(famosa Rádio peão) fontes apontaram que também foi aventado o nome de Roberto Fagundes Ghigino, atual vice-presidente da Federarroz, como um nome à altura para assumir a presidência da autarquia.


Ghigino é um nome ampla e grandemente respeitado no meio orizícola e possui trajetória consolidada na representação institucional dos produtores, no mesmo nível de Alexandre.


O consenso foi que não adiantaria vestir um santo e desvestir outro: Ghigino faria muita falta à frente da Federarroz se viesse a deixar o cargo para dirigir o IRGA. Com a escolha de Alexandre, tanto o Irga como a Federarroz seguem fortalecidos com dirigentes competentes e o setor orizícola sai ganhando.



Posse em meio a uma agenda estratégica para o Irga

Alexandre assume a presidência do Irga em um período simbólico e intenso do calendário institucional.


Já no dia 29 de janeiro, o Instituto promove o Dia de Campo Estadual do Irga, em Cachoeirinha, ocasião em que serão apresentadas cultivares, tecnologias e resultados de pesquisa desenvolvidos pela autarquia — um ambiente tradicionalmente festivo e de valorização do trabalho técnico do Irga.


Na sequência, o novo presidente estará à frente do Instituto durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que ocorre de 24 a 26 de fevereiro de 2026, em Capão do Leão. O evento é uma das principais vitrines técnicas, institucionais e políticas da cadeia orizícola no Rio Grande do Sul.


Mas então...

Alexandre Azevedo Velho é um profundo conhecedor da cadeia orizícola gaúcha, com ampla aceitação entre produtores e, sobretudo, entre as entidades representativas do setor.


O melhor e nome a ser indicado ao cargo: arrozeiro, não político.


O governo Eduardo Leite acerta ao escolhê-lo para a presidência do Irga, apontando um raio de esperança para os produtores que anseiam um presidente que realmente respire o setor e não aspire a política.


Seu profissionalismo, seu perfil técnico e sua capacidade de diálogo tendem a se sobressair, criando condições para superar dificuldades e avançar.


Ao assumir em meio a eventos estratégicos como o Dia de Campo Estadual e a Abertura Oficial da Colheita do Arroz, Alexandre já inicia sua trajetória sob os olhos atentos e cheios de admiração de toda a cadeia produtiva.


A expectativa dos produtores é clara: que o Irga seja conduzido de forma técnica, equilibrada e alinhada com as reais necessidades do campo, vencendo entraves históricos e consolidando um gestão que talvez seja a melhor das últimas décadas, pois o valor se prova no sucesso da administração durante crises e não quando tudo vai bem.




Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
logo Mídia Campo branco

Mídia Campo Marketing e Notícias para o Agro

(51)999011484

bottom of page